| Gênesis ... Êxodo ... Levítico ... Números ... Deuteronômio ... Josué ... Juízes ... Rute ...1Samuel ... 2Samuel ... 1Reis ... 2Reis ... 1Crônicas ... 2Crônicas ... Esdras ... Neemias ... Ester... Jó ... Salmos ... Provérbios ... Eclesiastes ... Cantares ... Isaías ... Jeremias ... Lamentações ...Ezequiel ... Daniel ... Oséias ... Joel ... Amós ... Obadias ... Jonas ... Miquéias ... Naum ...Habacuque ... Sofonias ... Ageu ... Zacarias ... Malaquias |
| Mateus ... Marcos ... Lucas ... João ... Atos ... Romanos ... 1Coríntios ... 2Coríntios ... Gálatas ...Efésios ... Filipenses ... Colossenses ... 1Tessalonicenses ... 2Tessalonicenses ... 1Timóteo ...2Timóteo ... Tito ... Filemom ... Hebreus ... Tiago ... 1Pedro ... 2Pedro ... 1João ... 2João ... 3João... Judas ... Apocalipse |
Esboço de 2João
2João
Data: Cerca de 90 dC
Para rejeitar o erro 7-11
Autor e Receptores
João dirige esta segunda epístola para a “senhora eleita e seus filhos”, indicando que a receptora era uma mulher cristã cujos filhos perseveravam na fé (v.4). Ele até inclui saudações de suas sobrinhas e sobrinhos (13). A partir da designação que João lher dá no verso 1 (gr eklekt Kyria), muitos comentarista especularam sobre seu nome pessoa, sugerindo títulos como “a Kyria eleita”, “a senhora Elcta” e “Electa Kyria”. Outros sugerem que a designação não denota uma pessoa em si, mas trata-se da personificação de uma igreja local. “Seus filhos” sãos os membros da igreja, e os “filhos” da “irmã eleita” são membros da igreja do lugar onde João está escrevendo. Uma conclusão definitiva parece inatingível, e a pergunta continua em aberto.
O peso da evidência de João ter escrito as três cartas levando seu nome aponta para cerca de 90 dC.
2Jo se preocupa com a relação da verdade cristã com a hospitalidade estendida àqueles mestres que viajam de igreja para igreja. Normalmente se abusava de tal hospitalidade. Os falsos mestres, provavelmente do mesmo grupo que é tratado em 1Jo, estavam confundindo a comunhão dos crentes. Portanto, João deu instruções sobre quais mestres itinerantes acolher e quais recusar. Os verdadeiros Cristãos, que podiam ser reconhecidos pela ortodoxia de sua mensagem (v.10), são dignos de ajuda; mas os mestres heréticos, especialmente aqueles que negavam a encarnação (v.7) devem ser rejeitados.
João estimula a “senhora eleita” a continuar mostrando hospitalidade, mas também adverte a previne contra o abuso da comunhão cristã. Por toda a epístola, ele ressalta a verdade como a base e prova da comunhão . Em especial, ele insiste em uma crença correta levando em consideração a encarnação de Cristo, e acusa aqueles que rejeitam essa realidade de terem ido além da doutrina de Cristo (v.9). Ele incita os leitores a ficarem perto de Cristo, mantendo-se fiéis na verdade.
João apresenta tanto a divindade de Cristo (v.3) quanto sua humanidade (v.7). Qualquer pessoa que negue a verdade fundamental relacionada à Pessoa divino– humana de Cristo não tem a Deus (v.9). João encara a comunhão como uma característica distintiva da vida cristã, mas não deixa dúvidas de que a comunhão cristã é impossível onde a doutrina apostólica da Pessoa e obra de Cristo seja negada ou comprometida.
Embora a epístola não mencione especificamente o ES, seu ministério é evidente, especialmente ao prestar testemunho à verdade relacionada à Pessoa de Cristo. O Espírito permite que o verdadeiro crente saiba distinguir os falsos mestres e “perseverar na doutrina de Cristo.”
