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Esboço de Mateus

Análise nº 40
Mensagem: Jesus como REI MESSIAS
Versos chaves: 1:1 e 27:37
INTRODUÇÃO GERAL
AUTOR: Mateus (também chamado de Levi), um dos doze apóstolos, Marcos 2:14. Foi sem dúvida um judeu que também era publicano romano, Mateus 10:3.
Quando foi chamado por Jesus, deixou tudo e o seguiu, Lucas 5:27-28. Preparou um grande banquete para Cristo, ao qual este assistiu, apesar de os publicanos serem desprezados. Lucas 5:29.
DESTINATÁRIOS: Principalmente os judeus. Este ponto de vista está confirmado pelas referências às profecias hebraicas, cerca de sessenta, e pelas aproximadamente quarenta citações do Antigo Testamento. Ressalta especialmente a missão de Cristo aos judeus, Mateus 10:515:24.
PALAVRAS CHAVE: Cumprimento, repetida com freqüência para indicar que as profecias do Antigo Testamento se cumpriram em Cristo.
REINO: aparece cinqüenta vezes, e reino dos céus trinta vezes. Jesus como rei, Mateus 2:221:522:11, 3427:11, 37, 42.
PROPÓSITO APARENTE: Mostrar que Jesus de Nazaré era o Rei Messias da profecia hebraica.
PARTICULARIDADES
·       (1) A genealogia completa de Cristo, 1:1-17.
·       (2) Incidentes e discursos encontrados somente neste Evangelho.
o   (a) Cap. 2, a visita dos magos, v. 1. A fuga para o Egito, vs. 13-14. A matança dos meninos, v. 16. A volta a Nazaré, vs. 19-23.
o   (b) Cap. 3, os fariseus e os saduceus vêm a João Batista, v. 7.
o   (c) Caps. 5-7, o Sermão do Monte (completo).
o   (d) 11:28, "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados".
o   (e) 14:28-31, Pedro caminha sobre a água.
o   (f) Cap.23, denuncia aos fariseus em um longo discurso.
o   (g) 26:15, as trinta peças de prata aceitas por Judas.
o   (h) Cap. 27, a devolução das trinta peças de prata, vs. 3-10. O sonho da esposa de Pilatos, v.19. Aparição dos santos ressuscitados,v. 52. A guarda no túmulo, vs. 64-66.
o   (i) Cap. 28, o suborno dos soldados, vs. 12-13. O terremoto, v. 2. A grande Comissão, vs. 19-20.
·       (3) Milagres encontrados somente no livro de Mateus.
o   (a) A cura dos dois cegos, 9:28-30.
o   (b) O dinheiro do tributo, 17:24-27.
·       (4) Parábolas encontradas somente em Mateus.
o   (a) Cap. 13, o joio, v.24; o tesouro escondido, v.44; a pérola de grande valor, v.45; a rede, v.47.
o   (b) Cap. 18, O credor incompassivo, v.23.
o   (c) Cap. 20, os trabalhadores da vinha, vs. 1-16.
o   (d) Cap. 21, os dois filhos, vs. 28-32.
o   (e) Cap. 22, as bodas do filho do rei, vs. 1-14.
o   (f) Cap. 25, as dez virgens, vs. 1-13. Os talentos, vs. 14-30. As ovelhas e os bodes, vs. 31-46.
ANÁLISE do ponto de vista do reino de Cristo.
O Rei. A história do Rei Messias. Linhagem e nascimento, cap. 1; sua busca, 2:2; sua adoração, 2:11; seu anúncio, 3:1-12; sua vitória espiritual, 4:1-11; sua proclamação, 4:17; a chamada de seus seguidores, 4:18-22; suas leis e mandatos, caps. 5-7; suas palavras e obras, caps. 8-12; suas parábolas , cap. 13; o assassínio de seu precursor, 14:1-12; seu poder sobre as forças da natureza e sobre a doença, 14:14-3615:32-39; sua revelação da insensibilidade do homem e de seus sofrimentos e glória futuros, caps. 16-17; sua instrução acerca dos princípios do reino, caps. 18-20; sua entrada triunfal na capital, sua rejeição, parábolas e profecias,21:1 -22:14; sua capacidade de frustrar os complôs dos fariseus e dos saduceos, 22:15-46; sua denúncia contra os líderes, cap. 23; suas profecias e parábolas relacionadas com o futuro, caps. 24-25; eventos que levarão à sua traição, 26:1-46; seu juízo, 26:57-7527:1-31; sua crucificação, 27:31-50; os eventos que se seguirão imediatamente à sua morte, 27:51-56; sua reaparição na terra, e sua comissão aos seus seguidores, cap. 28.

O VALOR
(1) Renan, o cético, descreveu este Evangelho como "o livro mais importante do Cristianismo - o livro mais importante jamais escrito".
(2) Concordamos, plenamente, quanto à sua importância, mas, preferimos dizer "um dos mais importantes".
O ESCRITOR
(1) Foi escrito por Mateus, o publicano convertido - 9:9. Em Marcos 2:14 é chamado Levi. Evidentemente Mateus foi renomeado por nosso Senhor.
(2) Somente no seu Evangelho é que o termo desprezível de "publicano" se associa ao seu nome apostólico de Mateus. - Mateus significa: "Dom de Deus".
(3) Tudo indica ter sido um homem afortunado. Modestamente não faz alusão alguma ao "grande banquete" que ofereceu em sua casa, por ocasião da sua chamada ao ministério, (Lucas 5:29) nem ao seu grande sacrifício em seguir a Cristo. Não fora o autor deste Evangelho, e seria um dos apóstolos menos conhecidos.
O PROPÓSITO
(1) Originalmente, o livro foi escrito em hebraico e se destinou, especialmente, aos judeus; conseqüentemente, o Velho Testamento é citado constantemente.
(2) Uma palavra característica, neste livro, é "cumprir". Ele alude a nada menos de 60 citações do Velho Testamento como tendo sido cumpridas em Cristo.
(3) Não há contradição nos quatro evangelistas, como alguns pretendem afirmar; pois cada um deles escreveu tendo em mira um propósito especial. Cada um fornece um retrato diferente do Senhor Jesus. O retrato dado por Mateus é o do Rei. A palavra "Reino" encontra-se 55 vezes. "Reino do Céu" 32 vezes, e "Filho de Davi" 7 vezes.
(4) Este livro mostra que a missão de Jesus era destinada, primeiramente, aos judeus, (10:5,6 e 15:24). O "Evangelho do Reino" anunciado por Jesus e seus discípulos, (4:23 e 10:7) não é o mesmo que anunciamos hoje. O primeiro constituiu as boas novas que Deus estava para estabelecer na terra - um reino político e espiritual - regido por Jesus como Filho de Davi, enquanto que o último tem de empenhar-se com o reino espiritual de Deus. O "Evangelho do Reino" foi anunciado até a rejeição e crucificação de Jesus, mas, será anunciado outra vez, um pouco antes da grande Tribulação (24:14) e da segunda vinda de Jesus como Rei. O Evangelho que pregamos hoje é boas novas de salvação por meio de Cristo, e a chamada de um povo para Si mesmo. Uma proclamação do Evangelho da Graça de Deus.
ANÁLISE
(1) O NASCIMENTO DO REI - Caps. 1 e 2
·       A genealogia e nascimento do Rei, a adoração dos Reis do Oriente (os sábios), a perseguição de Herodes, o usurpador.
·       O Senhor Jesus é o último na história judaica, cuja descendência, da linha real de Davi, pode ser clara e perfeitamente estabelecida.
(2) O ARAUTO DO REI - Cap. 3
·       Todas as pessoas notáveis do Oriente tinham arautos, assim também, Jesus.
·       João, o Batista anunciava à aproximação do Reino, e batizou o Rei.
(3) A PROVA DO REI - Cap. 4:1-11
·       Aqui o Senhor Jesus encontrou e derrotou o tentador, recusando receber o Reino por outro meio que não fosse Deus.
·       O primeiro Adão cercado de todo conforto, caiu, no Éden; o segundo Adão, mesmo enfraquecido pela longa abstenção, triunfou, no deserto.
(4) A PROCLAMAÇÃO DO REI - 4:12 - 25
·       Jesus não veio fundar a Igreja mas, sim o Reino. Aqui, Ele faz a sua proclamação real.
·       O Reino de Deus é composto de todos quantos, no céu e na terra a Ele se submetem, e a entrada neste Reino é pelo novo nascimento (João 3). O Reino do Céu é o estabelecimento visível do Reino de Deus na terra.
(5) AS LEIS DO REI - Caps. 5 a 7
·       O sermão do monte é somente para os discípulos. É o código das leis especialmente para o Reino terrestre de Cristo, que Ele estabelecerá, mais tarde, embora tenha uma mensagem para nós, agora.
·       O sermão do monte tem sua aplicação moral aos crentes.
(6) O MINISTÉRIO DO REI - Caps. 8 a 11:19
·       O Rei em atividade na sua missão de ensinar e curar entre o seu povo, Israel.
·       Notar que a versão inglesa (R.V.) traduz a palavra "criado" em 8:6 por "menino" no sentido de afeição, mostrando assim, quanto aquele criado se afeiçoara ao seu amo.
(7) A REJEIÇÃO DO REI - Caps. 11:20 e Cap. 20
·       Esta é uma seção de grande importância. Israel tinha, praticamente, rejeitado o Rei. Agora, o estabelecimento do Reino foi adiado e Jesus, pela primeira vez, sugere um novo passo, a criação de uma nova sociedade - a Igreja.
·       Notar 12:14 seguido do "mistério" ensinado no capítulo 13.
(8)  A ENTRADA DO REI - Caps. 21 a 25
·       A entrada final do Rei na sua capital, e sua rejeição final e pública.
·       Notar 25:41. - Nenhum juiz da terra ao lavrar a sentença a um criminoso faz dela um assunto relacionado a sua pessoa. Cristo faz. O afastar-se de Cristo, significa perder toda a esperança.
(9) A MORTE E RESSURREIÇÃO DO REI - Caps. 26 a 28
·       Jesus foi morte por declarar-se Rei. Notai, especialmente, 27:11, 12, 29, 37 e 42.
·       Ao rasgar do véu em 27:51 segue-se o dilaceramento do coração de Jesus.


Mateus

Autor: Mateus
Data: Cerca de 50—75 dC
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Esboço de Mateus
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Prólogo: Genealogia e narrativa da infância 1.1-2.23
genealogia de Jesus 1.1-17
O nascimento 1.18-25
A adoração dos magos 2.1-12
Fuga para o Egito e matança nos inocentes, a volta para Israel 2.13-23
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I. Parte um: Proclamação do Reino dos Céus 3.1-7.29
Narrativa: Início do Ministério de Jesus 3.1-4:24
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Discurso: O Sermão da Montanha 5.1-7.29
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II. Parte Dois: O ministério de Jesus na Galiléia 8.1-11.1
Narrativa: Histórias dos dez milagres 8.1-9:34
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Discurso: Missão e martírio 9.35-11.1
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III. Parte Três: Histórias e parábolas em meio a controvérsias 11.2-13.52
Narrativa: Controvérsia que se intensificam 11.2-12.50
... João Batista envia mensageiros 11:2-6
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Discurso: Parábolas do Reino 13.1-52
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IV. Parte Quatro: Narrativa, controvérsia e discurso 13.53-17.27
Narrativa: Vários episódios precedentes à jornada final de Jesus em Jerusalém 13.53-17.27
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Discurso: Ensino sobre a igreja 18.1-35
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V. Parte Cinco: Jesus na Judéia e em Jerusalém 19.1-25.46
Narrativa: A jornada final de Jesus e a instauração do conflito 19.1-23.39
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Discurso: Os ensinos escatológicos de Jesus 24.1-25.46
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A narrativa da Paixão 26.1-27.66
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A narrativa da ressurreição 28.1-20
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Autor
Embora este evangelho não identifique seu autor, a antiga tradição da igreja o atribui a Mateus, o apóstolo e antigo cobrador de impostos. Pouco se sabe sobre ele, além de seu nome e ocupação. A tradição diz que, nos quinze anos após ressurreição de Jesus, ele pregou na Palestina e depois conduziu campanhas missionárias em outras nações.
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Data
Evidências externas, como citações na literatura cristã do Séc I, testemunham desde cedo a existência e o uso de Mt. Líderes da igreja do Séc. II e III geralmente concordavam que Mt foi o primeiro Evangelho a ser escrito, e várias declarações em sues escritos indicam uma data entre 60 e 65 dC.
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Conteúdo
O objetivo de Mt é evidente na estrutura deste livro, que agrupa os ensinamentos e atos de Jesus em cinco partes. Este tipo de estrutura, comum ao judaísmo, pode revelar o objetivo de Mt em mostrar Jesus como o cumprimento da lei. Cada divisão termina com uma fórmula como: “Concluindo Jesus estes dircusos...” (7.28; 11.1; 13.53; 19.1; 26.1).
No prólogo (1.1-2.23), Mt mostra que Jesus é o Messias ao relacioná-lo às promessas feitas a Abraão e Davi. O nascimento de Jesus salienta o tema do cumprimento, retrata a realeza de Jesus e sublinha a importância dele para os gentios.
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A primeira parte (caps. 3-7) contém o Sermão da Montanha, no qual Jesus descreve como as pessoas devem viver no Reino de Deus.
A Segunda parte (8.1-11.1) reproduz as instruções de Jesus a seus discípulos quando ele os enviou para a viagem missionária.
A Terceira parte (11.2-13.52) registra várias controvérsias nas quais Jesus estava envolvido e sete parábolas descrevendo algum aspecto do Reino dos céus, em conexão com a resposta humana necessária.
A Quarta parte ( 13.53-18.35) o principal discurso aborda a conduta dos crentes dentro da sociedade cristã (cap 18).
A quinta Parte (19.1-25.46) narra a viagem final de Jesus a Jerusalém e revela seu conflito climático com o judaísmo. Os caps. 24-25 contêm os ensinamentos de Jesus relacionados à últimas coisas. O restante do Livro (26.1-28.20) detalha acontecimentos e ensinamentos relacionados à crucificação, à ressurreição e à comissão do Senhor à Igreja. A não ser no início e no final do Evangelho, a disposição de Mt não é cronológica e não estritamente biográfica, mas foi planejada para mostrar que o Judaísmo encontra o cumprimento de suas esperanças em Jesus.
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Cristo Revelado
Este Evangelho apresenta Jesus como o cumprimento de todas as expectativas e esperanças messiânicas. Mt estrutura cuidadosamente suas narrativas para revelar Jesus como cumpridor de profecias específicas. Portanto, ele impregna seu Evangelho tanto com citações quanto com alusões ao AT, introduzindo muitas delas com a fórmula “para que se cumprisse”.
No Evangelho. Jesus normalmente faz alusão a si mesmo como o Filho do Homem, uma referência velada ao seu caráter messiânico (Dn 7.13,14). O termo não somente permitiu a Jesus evitar mal-entendidos comuns originados de títulos messiânicos populares, como possibilitou-lhe interpretar tanto sua missão de redenção (como em 17.12,22; 20.28; 26.24) quanto seu retorno na glória (como em 13.41; 16.27; 19.28; 24.30,44; 26.64).
O uso do título “Filho de Deus” por Mt sublinha claramente a divindade de Jesus ( 1.23; 2.15; 3.17; 16.16). Como o Filho, Jesus tem um relacionamento direto e sem mediação com o Pai (11.27).
Mt apresenta Jesus como o Senhor e Mestre da igreja, a nova comunidade, que é chamada a viver nova ética do Reino dos céus. Jesus declara: “a igreja” como seu instrumento selecionado para cumprir os objetivos de Deus na Terra (16.18; 18.15-20). O Evangelho de Mt pode ter servido como manual de ensino para a igreja antiga, incluindo a surpreendente Grande Comissão (28.12-20), que é a garantia da presença viva de Jesus.
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O Espírito Santo em Ação
A atividade do ES é evidente em cada fase e ministério de Jesus. Foi por meio do poder do Espírito que Jesus foi concebido no ventre de Maria (1.18-20).
Antes de Jesus começar seu ministério público, ele foi tomado pelo Espírito de Deus (3.16) e foi conduzido ao deserto para ser tentado pelo diabo como preparação adicional a seu papel messiânico (4.1). O poder do Espírito habilitou Jesus a curar (12.15-21 e a expulsar demônios (12.28).
Da mesma forma que João imergia seus seguidores na água, Jesus imergirá seus seguidores no ES (3.11). Em 7.21-23, encontramos uma advertência dirigida contra os falsos carismáticos, aqueles que na igreja, profetizam, expulsam demônios e fazem milagres, mas não fazem a vontade do Pai. Presumivelmente, o mesmo ES que inspira atividades carismáticas também deve permitir que as pessoas da igreja façam a vontade de Deus (7.21)
Jesus declarou que suas obras eram feitas sob o poder do ES, evidenciando que o Reino de Deus havia chegado e que o poder de satanás estava sendo derrotado. Portanto, atribuir o ES ao diabo era cometer um pecado imperdoável (12.28-32).
Em 12.28, o ES está ligado ao exorcismo de Jesus e à presente realidade do Reino de Deus, não apenas pelo fato do exorcismo em si, pois os filhos dos fariseus (discípulos) também praticavam exorcismo (12.27). Mas precisamente, o ES está executando um novo acontecimento com o Messias—”é chegado a vós o Reino de Deus” (v.28).
Finalmente, o ES é encontrado na Grande Comissão (28.16-20). Os discípulos são ordenados a ir e a fazer discípulos de todas as nações, “batizando-os em nome do Pai, do Filho e do ES” (v.19). Isto é, eles deveriam batizá-los “no/com referência ao “ nome— ou autoridade– do Deus Triúno. Em sua obediência a esta missão, os discípulos de Jesus têm garantida sua constante presença com eles.
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